28 de out de 2012

[RPG] Espelho Amadiçoado O.o



Yooooo!Pessoal hoje vim trazendo uma surpresinha que nós postadoras do blog fizemos, bem pensamos em fic, em buttons, em várias outras coisas mas essa foi a alternativa que venceu, Barbie-chan teve a ideia e juntas desenvolvemos.Espero que gostem esse é o nosso primeiro RPG de Halloween: ''Espelho Amaldiçoado''. É simples apenas escolha uma das alternativas e de acordo com a que foi assinalada tem um resultado.Gostosuras ou travessuras?

1. Um dia no porão, encontrei um espelho belo e grande. Eu, curiosa, o toquei. De repente, tudo começou a ficar escuro e quando a luz voltou, me vi em um lugar diferente.O lugar era uma estranha mansão. Havia um penhasco logo á frente, um lago e a Lua eram estranhamente vermelhos e, o que mais me assombrou, foi o espantalho tenebroso, onde havia uma placa escrito "Welcome". Na mansão, havia quatro portas de entrada, com diferentes cores.
A) Já que fica curiosa com a situação, decide entrar na mansão.
B) Analisa bem a situação, anda em volta da mansão antes de entrar.
C) Ao se deparar com a mansão, tenta fugir, mas ao sentir um vento gelado nas costas se assusta e acaba entrando.
D) Pensa em várias possibilidades e só então resolve entrar.
 

2. Ao entrar na mansão, percebi o quanto era escuro. Era iluminada por velas derretidas, porém, a iluminação era fraca havia teias de aranhas por todo lado e o cheiro de mofo estava empreguinando em meu nariz a mobília era antiga, em tons escuros. Estava observando o interior, quando ouvi passos pesados e lentos.Olhei pra criatura que vinha em minha direção, meio cambaleante, quase se arrastando A criatura era uma múmia e eu gelei quando percebi isso.A múmia carregava uma bandeja de prata.A múmia sorriu.Sorriu!?E quase me matou com seu sorriso sem dentes. Ela retirou a tampa da bandeja com a maior lerdeza do mundo e quando vi que tinha uma cabeça na badeja que se mexia, paralisei. A cabeça falou: "Doçuras ou travessuras? Bem vinda à mansão assombrada." O tal mordomo desapareceu no ar.
 
A) Fiquei apavorada, mas fingi destemida e subi as grandes escadas.
B) Estava com medo, mas olhei para todos os lados antes de subir as escadas.
C) Fiquei em choque me virei para a porta de entrada tentando abrir, mas estava trancada não queria ficar sozinha ali e subi as escadas.
D) Mesmo assustada percebi que ficar parada ali seria pior, então subi as escadas com cuidado.
 

3. Tinha uma porta. Ops, não só uma porta, mas quatro, duas na parede esquerda e duas na direita. Para o meu desespero estava gotejando pelo teto, mas não chovia, no chão fotos rasgadas e tingindas em vermelho, olhei para uma das gotas que caiu no meu braço e era vermelha. Sangue?
 
A) A primeira porta da esquerda: era toda preta e dela que gotejava a gota vermelha, a maçaneta estava suja de sangue seco.
B) A segunda porta era de um marrom clássico daquele estilo antigo, mas estava parcialmente quebrada.
C) A primeira porta da direita: estava praticamente sem a maçaneta e de um verde musgo, estava destrancada e com um belo arranhão no meio.
D) A segunda porta da direita era de madeira e estava ressecada, com a tinta de um azul envelhecido, a maçaneta era a única parte intacta.
 
4. Ao abrir a porta o quarto era demasiadamente escuro e silencioso, quando eu entro mais, a TV se liga sozinha e passa um noticiário de uma garota que sumiu nessa região, mas logo a TV desliga. Só agora que vi que não estava ligada na tomada. Ouço um barulho do lado de fora e fui me aproximando da janela. Vi a noite escura e uma névoa branca e gelada que entrava pelos vãos da janela, em seguida vejo um par de olhos vermelhos, cintilantes e grandes aparecerem do nada no vidro me afasto da janela e me escondo:

A) Atrás de uma poltrona em pedaços.
B) Guarda-roupas.
C) Embaixo da cama.
D) Cadeira de balanço.
5.Depois que o barulho na janela acaba me levanto e uma cadeira se move e voa bem na minha direção, me viro bruscamente e acabo tropeçando em algo que não existia no tapete. Percebi meu pulso jorrando sangue pelo braço, me levanto e começo a correr. Desesperada abri a porta, fui parar na cozinha e procuro algo para me defender.
A) Faca.
B) Tesoura.
C) Vassoura.
D) Garrafa de vidro quebrada.

6. Com o objeto em minhas mãos começo a andar pela mansão á procura da saída e amaldiçoando a hora que encontrei aquele espelho. Passei por alguns cômodos até achar uma porta dupla, ouvi alguns sons guturais ela se abriu sozinha e de lá saiu um monstro, era Cérbero um cão de três cabeças, saí correndo. O cão estava ao meu encalço com sua pata me lançou com um golpe, apenas senti o golpe da parede atrás de mim e senti que quase quebrei a coluna. Eu levantei tonta e vi que a minha possível arma estava bem atrás daquele monstro, impossível de apanhá-la, e minha visão embaçou, mas pude ver por relace um garoto no fundo do jardim se aproximando, ele apenas acariciou aquele monstro como se fosse um gatinho, o mandando ir para a "casinha". Ele se abaixou e me ajudou a levantar.

A) Não aceita a ajuda de imediato, mas ao se olhar percebe que não tem outra escolha.
B) No começo não aceita ajuda por desconfiar.
C) Aceita logo, pelo medo.
D) Pensa duas vezes antes de aceitar.

O que mais estava me incomodando era a escuridão total, eu não conseguia ver como o rapaz era. Só sabia que era homem pela voz e pelo reflexo minutos antes e era isso que me deixava receosa. Senti uma espécie de calor, o que deduzi que era pela presença dele, logo à minha frente. Soltei a minha mão rapidamente, dando um grande passo para trás, e ouvi uma risada debochada. Ele se aproximou novamente e ouvi a voz aveludada me dizer "Hoje a noite é longa, então vamos aproveitar, doçuras ou travessuras?".


Se acertou mais A - Castiel:  

 Ele se aproximou o bastante para eu ver parte do rosto dele e os cabelos vermelhos. Senti que estava em perigo, mas em uma inércia total para conseguir me mexer, assim, ele me tomou pela mão e com um sorrisinho irônico começou a me guiar de volta para dentro da casa. Tentei questioná-lo sobre para onde iríamos ou o que faríamos, mas ele não me respondia, não importa o quanto eu insistisse. Subimos uma escada, que ficava no canto da sala, quase nem dava para vê-la ao passar pelo local e tive dificuldades para subir, mas ele me ajudou, isso me surpreendeu um pouco.
   Chegamos até o terraço da casa e admito que ai era bem mais bonito do que eu pensava, dava para ver a cidade quase inteira e suas luzes de várias cores. Pela primeira vez ele sorriu e pude ver o quanto era lindo, mas sua mão era bem fria. Não conseguia parar de olhá-lo e não tinha vontade de parar também, a única coisa que vi era os olhos cinza dele me olhando com intensidade e se aproximando. Ele soltou a minha mão e a levou até meus cabelos, segurando firmemente para eu não tentar fugir. Ficamos tão próximos que quase cheguei a tocar os lábios do belo rapaz, mas para minha surpresa, ele girou o meu pescoço com habilidade, cravando suas presas em minha jugular, fazendo-me gritar. Tudo foi ficando escuro e embaçado, a última coisa que vi foi seu rosto com meu sangue escorrendo pelos lábios. Eu nunca tinha pensado que tudo isso era de verdade.









Se acertou mais B - Lysandre:  
  Ele me ajudou a levantar e seus olhos bicolores brilharam, nunca tinha visto olhos assim. Ele perguntou se eu estava com medo e me convidou para entrar novamente, alegando que nada mais aconteceria de ruim. Mais calma, não tinha outra escolha a não ser confiar no rapaz de aparência excêntrica; fomos conversando um pouco pelo caminho e chegamos numa biblioteca, bem atrás de onde Cérberus estava trancado. Não era uma biblioteca normal, percebi de imediato, havia livros, mas muito mais coisas estranhas. Caveiras, potes de vidro com animais dentro, coisas cobertas com um pano preto e bem no meio havia um círculo grego. Ele fechou a porta e ficou muito sério.Ele segurou minha mão e me levou até o centro do círculo, sorriu docemente,e mas se afastou.As incrições gregas gravadas no cérculo começaram a brilhar. E uma barreira se formou ao meu redor, tentei sair mas não consegui, por fim houve um clarão, tudo escureceu e quando a luz voltou eu me vi.Que dizer vi meu corpo caído no chão e eu flutuado.O garoto me olhou intensamente e proferiu algo em latim, no mesmo instante apareceu um símbolo em meu peito, e eu comecei a brilhar e desaparecer pouco á pouco.










Se acertou mais C - Kentin


   Assim que ele se aproximou, se apresentou como Kentin e estava bem tranquilo, se assim posso dizer. Sorriu e disse que me tiraria daquela casa, que ficaria tudo bem. Eu aceitei, pois nunca imaginava que aquilo poderia acontecer comigo. Ele segurou minha mão e corei um pouco, caminhando até a porta que entrada, que agora estava destrancada. A rua estava deserta e a neblina continuava a cobrir o ar enquanto andávamos, conversando. Achei que ele me ajudaria a encontrar o caminho de casa, mas me levou a uma trilha para uma clareira. Eu protestei, mas ele me convenceu dizendo que na cidade não poderia ver o céu como ele é realmente.Ele me segurou pelo braço suavemente, no entanto forte.Seus olhos não eram mais esverdeados e sim roxos.Ele me puxou pra si, e com a outra mão passou as garras no meu pescoço.No mesmo momento fiquei atordoada, meu corpo ficou mais quente, em instantes estava em brasa, caí de joelhos ofegante.A Lua se tornou mais vermelha, mas eu via ela diferente de antes, ela me prendia com sua beleza e magia.Presas começaram a crescer, eu me levantei de novo, agora me sentindo mais forte olhei pro garoto em seus olhos vi meu reflexo e os meus também estavam roxos e intensos.








Se acertou mais D - Nathaniel:   

 Eu continuava assustava, já que não sabia quem havia me ajudado. Ouvi alguns passos pesados se aproximando cada vez mais e fui recuando, até perceber o impacto da parede com as minhas costas e não tinha mais para onde ir. Por um breve momento, com uma fresta de luz de um poste da rua, pude ver parte do rosto dele e me aterrorizei. Comecei a gritar por socorro sem cessar e ele agarrou meus pulsos, me prendendo na parede ainda mais. Ele parou, ficou me olhando por intermináveis segundos enquanto meu coração quase saía pela boca de pavor. Não conseguia ver nada pela escuridão, mas senti uma mordida forte no meu braço, parecia que ia arrancar minha carne, assim como senti o sangue escorrendo pela minha roupa.Fui perdendo a consciência e caindo, mas fui amparada e carregada, o ritmo era pesado e calmo, fui carregando por alguns minutos, até ser deixada encostada em um canto, como ainda estava meio inconsciente só percebi que era um cemitério que tinha trás da casa.O garoto zubii, escava a terra, e jogava um tipo de pó brilhante na mesma, tive um mau pressentimento.O mesmo lugar entrou em chamas,mas não simples chamas eram brancas e intensas o garoto se voltou pra mim e me carregou novamente em direção as chamas tentei resistir, no entanto meu corpo estava pesado e não se me movia.Ele me jogou dentro das chamas e me desesperei, pensei que seria queimada viva, mas isso não ocorreu.O ''fogo'' me envolveu por completo, formando círculos a minha volta, o mesmo se tornou negro e mais frio a cada minuto, até se extinguir por completo.Fiquei imóvel, olhei pra o meu braço ferido e já não tinha sangue, e minha pele estava pálida e gélida, só então que percebi que meu coração não estava batendo e que simplismente não respirava, mas estava viva ou melhor morta-viva.











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